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Notícias
JAN
23
23 JAN 2012
Hanseníase: setor especializado constatou redução de casos em 2011
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Palestra amanhã (24), abordará diagnóstico, sintomas e tratamento <br> O Setor de Hanseníase realiza amanhã (24), uma palestra aberta à população e profissionais da saúde abordando hanseníase, diagnó…
Palestra amanhã (24), abordará diagnóstico, sintomas e tratamento O Setor de Hanseníase realiza amanhã (24), uma palestra aberta à população e profissionais da saúde abordando hanseníase, diagnóstico, sintomas e tratamento. O evento inicia às 13h30 e será realizado na Câmara de Vereadores, na Avenida das Figueiras. De acordo com a coordenadora municipal do programa de combate à hanseníase e tuberculose, Jussara Wolhmuth, a atividade marca o “Dia Mundial do Hanseniano”, comemorado na data. Em 2010, 172 casos foram diagnosticados em Sinop, já em 2011 o numero caiu para 165. “Gradativamente, com a realização de campanhas e o acompanhamento correto vamos reduzir a quantidade de casos”, aponta o secretário de Saúde, Mauri Rodrigues de Lima. O tratamento varia de seis a doze meses. Na primeira dose do tratamento, a maioria dos bacilos são fragmentados e não há mais chance de contaminação, contudo, o paciente ainda precisa do acompanhamento de especialistas. A hanseníase é causada pelo bacilo de Hansen, o Mycobacterium leprae, um parasita que ataca a pele e nervos periféricos, mas também pode afetar outros órgãos como o fígado, testículos e olhos. Entre os primeiros sintomas estão o aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer região do corpo. Placas, caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações também podem ocorrer. O avanço da doença pode comprometer os nervos, causar deformações em regiões como nariz e dedos e impedir determinados movimentos, como abrir e fechar as mãos. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica com aplicação de testes de sensibilidade, força motora e palpação dos nervos e com exames laboratoriais. A transmissão do bacilo de Hansen é feita pelo ar ou pelo contato com pessoas infectadas, que não estejam em tratamento. O diagnostico precoce e o tratamento correto podem evitar seqüelas e proporcionar ao paciente uma vida normal.
Autor: Claudia Lazarotto
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